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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

França começa investigação à morte de Yasser Arafat - Mundo - PUBLICO.PT


Processo por "assassínio"

 As autoridades francesas abriram um processo judicial por “assassínio” no caso da morte de Yasser Arafat, em 2004, num hospital de Paris. 

A investigação segue-se a uma queixa apresentada sem um acusado definido pela viúva do histórico líder da Autoridade Palestiniana, Suha Arafat, na sequência de revelações de que havia uma quantidade anormal da substância radioactiva polónio em roupas de Arafat.

A Autoridade Palestiniana, que tinha exigido um inquérito internacional como o da investigação da morte do antigo primeiro-ministro libanês Rafiq Hariri, congratulou-se com a notícia da acção das autoridades francesas.

As análises foram feitas pelo Instituto para a Física das Radiações de Lausane, Suíça, a vestígios biológicos retirados das roupas do líder palestiniano que tinham sido entregues à sua viúva, Suha, pelo hospital militar de Percy, no Sul de Paris, onde Arafat morreu.

O polónio é a substância com que foi envenenado o antigo espião russo Alexandre Litvinenko, que morreu em Londres em 2006.
No entanto, para confirmar o alegado envenenamento por polónio de Arafat, seria preciso exumar o corpo, sublinhou logo o instituto suíço que levou a cabo as análises às roupas. Já foi dada autorização quer pela Autoridade Palestiniana quer pela viúva, mas a exumação não foi ainda feita.

28.08.2012 - 18:25 Por AFP, PÚBLICO

quinta-feira, 28 de junho de 2012

ED Consulting - Merkel & Sarkozy: "Somebody That I Used To Know", Gotye





Uma união feliz entre a música e letras de diversos autores e o panorama sócio-politico internacional.Momentos SIC Notícias, com Gotye, "Somebody That I Used To Know"
Uma parceria SIC Notícias/Universal Music

quinta-feira, 29 de março de 2012

Monti: culpa da crise no euro é dos 2 grandes da UE

Mário Monti afirmou que «a Alemanha e a França são parcialmente responsáveis pela crise na zona euro por terem agido como pais irresponsáveis durante a infância da moeda comum europeia» 

 O primeiro-ministro italiano disse esta quarta-feira, em visita ao Japão, que os dois maiores países da Zona Euro, não respeitaram, no início do euro, as regras fiscais, abrindo caminho às derrapagens que conduziram à atual crise: «A história remonta a 2003, quando o euro era ainda um bebé, quando a Alemanha e a França eram laxistas em relação aos défices públicos e às dívidas», afirmou.

Mário Monti substituiu Silvio Berlusconi em meados de novembro para tentar recuperar aquela que é a terceira maior economia da Zona Euro. O tecnocrata acrescentou que, na época, o Conselho Europeu (CE) decidiu não penalizar Berlim e Paris por ultrapassarem o limite do défice não tendo sido sancionados: «O CE então presidido pela Itália , afirmou que contrariamente à proposta da Comissão Europeia, a Alemanha e a França não seriam incomodadas, apesar de os seus défices ultrapassarem 3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB)».

Mário Monti era o comissário europeu da concorrência: «Claro que, se o pai e a mãe da Zona Euro violam as regras, não se pode esperar (que países como) a Grécia as respeitem», acrescentou.

O primeiro-ministro italino disse ainda que estava confiante sobre um eventual reforço do fundo de estabilização financeira e que esta é «a altura de tomar uma decisão definitiva e adequada relativamente às salvaguardas».

Em relação a Espanha, o primeiro-ministro italiano disse estar menos preocupado com a recente subida das taxas de juro dos títulos do tesouro espanhóis: «A Espanha está evidentemente na via de uma consolidação orçamental». E falou da preocupação da UE em relação a nuestros hermanos, considerando que um «contágio a outros países não partirá, certamente, de Espanha» e espera «que o contágio pertença ao passado, agora que a disciplina é respeitada pela maioria dos Estados-membros e que as salvaguardas estão a ser reforçadas».

A visita de Mário Monti a Tóquio insere-se numa digressão pela Ásia que se irá estender à Coreia do Sul, China e Cazaquistão para mostrar uma «nova Itália», menos burocrática e mais aberta ao investimento estrangeiro.

in agenciafinanceira.iol.pt